Meu destino era a Cidade Maravilhosa, às vésperas do encontro internacional Rio
+20.
O fluxo dos carros era grande.
Afinal, mais de cem países representados por autoridades diversas, tocavam também o nosso solo carioca.
Afinal, mais de cem países representados por autoridades diversas, tocavam também o nosso solo carioca.
A cidade abria suas portas para acolher personalidades
internacionais que mais uma vez se encontravam para
discutirem o futuro do
nosso planeta...
Como melhorar o meio ambiente? Como proporcionar às
gerações
futuras, uma vida melhor,mais saudável?
Tornar o nosso planeta um lugar ideal para os nossos
filhos e netos, e gerações
que virão... Muito se fala,
muito se discute, muito se planeja.
Preservar a
natureza. As florestas. Os animais. A água.
O ar que respiramos...
No dia seguinte, enquanto degustava o meu café da
manhã sentada à mesa
na varanda do meu
apartamento,
deparei-me com a seguinte cena:
o terreno ao lado chorava a perda de suas arvores
- palmeiras imperiais, mangueiras, pinheiros- para
ceder o seu lugar aos novos prédios.
Em frente a essa nova obra, onde se veem vários prédios residenciais, muitos ciprestes, quatro anos atrás, deixaram saudade...
o terreno ao lado chorava a perda de suas arvores
- palmeiras imperiais, mangueiras, pinheiros- para
ceder o seu lugar aos novos prédios.
Em frente a essa nova obra, onde se veem vários prédios residenciais, muitos ciprestes, quatro anos atrás, deixaram saudade...
Hoje, exatamente
no dia em que esse grande encontro internacional teve início, presencio este
espetáculo.
Quando aprenderemos a falar menos e
fazer mais?

